quarta-feira, 2 de março de 2016

JOAQUIM BACUDA - UMA SAUDADE QUE PERDURA…



Recordando este nobre e bom amigo – que faleceu tão prematuramente e que deixou São Tomé e Príncipe mais pobre – dou conta que hoje faz precisamente 48 anos que, em Portugal, foi entrevistado pelo jornal Record, conforme se pode constatar no recorte que se anexa.

Bom Homem, bom cidadão, bom desportista, foi, sem dúvida, uma referência para os que com ele viveram num tempo em que a solidariedade não era uma palavra vã.

Lembro-me da sua excelsa imagem e do seu fino trato para com todos, em que o respeito, compreensão e colaboração eram, entre outras valências, as suas marcas indeléveis que evoco com nostalgia e servem de exemplo para todos.

Em 7 de Agosto de 2007, quando soube do seu desaparecimento, prestei-lhe uma singela homenagem que poderá ser vista em:  http://albertohelder.blogspot.pt/2007/08/joaquim-bacuda.html

O saudoso Joaquim Bacuda, foi um amigo para todo o sempre…

sábado, 30 de janeiro de 2016

CARNAVAL DE TORRES VEDRAS 2016

A Comissão Organizadora deste importante acontecimento teve a excelente ideia de vir a Lisboa e promover a divulgação daquilo que vai ser um sucesso nacional...
O largo de Camões foi o local escolhido para mostrar aos lisboetas (e muitos turistas, diga-se...) que vale a pena um saltinho de cerca de 40 quilómetros para foliar à grande e à Torres Vedras...  













quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

DESAPONTADÍSSIMO, POR ENQUANTO…



Enquanto ao serviço voluntário no Museu da centenária Associação de Futebol de Lisboa verifiquei que a Câmara Municipal de Lisboa nunca tinha atribuído à AFL qualquer distinção que a sua actividade histórica merecia pelo que, desde 1910, tem feito pelo futebol e seus agentes, ligando sempre o nome da sua cidade a todos os eventos que promove, razão porque em 13 de Outubro de 2014, achei por bem endereçar a seguinte missiva ao responsável máximo da edilidade.

Exmº Senhor
Dr. António Luís Santos da Costa
Ilustre Presidente da
Câmara Municipal de Lisboa

Boa noite!

Alberto Helder Henrique dos Santos, membro da Comissão de Honra que, em boa hora, o apoiou na eleição e reeleição para a presidência da Câmara Municipal de Lisboa, actualmente responsável do Museu da centenária Associação de Futebol de Lisboa, vem dar conta do seguinte.

A Associação de Futebol de Lisboa, a primeira de Portugal, fundada em 23 de Setembro de 1910, tem mantido, desde então, um elevado patamar de qualidade digno de todos os encómios, dado o respeito que lhe é devido por todos aqueles se relacionem com o desporto-rei, assim como no futsal e futebol de praia, tudo isto graças aos seus inúmeros dirigentes que souberam dar o seu melhor e sempre em prol da cidade que a viu nascer.

Desde os primórdios o relacionamento desportivo com as inúmeras associações congéneres, portuguesas e estrangeiras, tem sido vitorioso quer em questão de resultados, como atestam os troféus patentes no seu Museu, quer na sã e franca convivência que se proporcionou através dos cento e quatro anos que tem de vida.

Tem sido a Associação de Futebol de Lisboa, a maior, a mais considerada e a mais credenciada que, com brio e responsabilidade, cede os seus jogadores, treinadores, dirigentes, médicos, massagistas e demais agentes não só às selecções nacionais, dos escalões mais jovens aos consagrados, como a muitos clubes espalhados por esse mundo fora, em números não quantificáveis, mas de classe reconhecida, não esquecendo os árbitros presentes nas maiores competições da FIFA e da UEFA, como se verificou recentemente no mundial realizado no Brasil!

A Associação de Futebol de Lisboa foi distinguida pela Presidência da República e pelo Governo, que lhe atribuíram as comendas Ordem Militar de Cristo (1932), de Benemerência (1933), Mérito Desportivo (1960) e Honra ao Mérito Desportivo (1985), estas, respectivamente, aquando da celebração dos seus 50 e 75 anos de existência.

Acontece que a Associação de Futebol de Lisboa não recebeu, até agora, qualquer distinção da Câmara Municipal de Lisboa o que entendo ter havido um pequeno esquecimento, de fácil remedeio, pois muito gostaria que fosse no mandato do Dr. António Costa que finalmente a AFL fosse merecedora de uma honraria, cabendo a V. Exª aquela que achar por bem dedicar-lhe.

Espero, pois, que V. Exª, como verdadeiro adepto do futebol, possa proporcionar a tão merecida homenagem a quem acerrimamente nos campos e estádios de futebol e onde quer que esteja representada defendeu, defende e defenderá a cidade de Lisboa!

Aproveito para convidar V. Exª a visitar o Museu da AFL, onde, para além de lhe dar conta do riquíssimo historial do Futebol em Portugal, a par de admirar o valioso património artístico e cultural existente, também teria o privilégio, em momento único, recolher a sua douta mensagem no livro de honra.

Saudações de apreço e consideração.

Alberto Helder

Em resposta à minha exposição o executivo municipal decidiu hoje, por unanimidade, conceder à AFL a Medalha de Mérito Desportivo, acontecimento que muito me surpreendeu e entristeceu, dado que considero esta insígnia como uma segunda escolha, já que idealizava a AFL, por ser a mais antiga, a primeira, a mais credenciada, a maior, merecesse, igualmente, a distinção que a CML entregou ao Benfica, Sporting e Belenenses e a cada qual a MEDALHA DE HONRA DA CIDADE, símbolo máximo e enorme que deveria ser, também, extensível a quem tem representado ininterrupta e dignamente Lisboa há mais de 105 anos aquém e além fronteiras, com as cores da bandeira da capital portuguesa nas camisolas dos seus briosos atletas, para além de promover, como se sabe, dezenas de competições e movimentar milhares e milhares de praticantes semanalmente!

Pese embora o Regulamento da Medalha Municipal no seu artigo 13º, parágrafo 2, diga que “A atribuição de uma das classes da Medalha de Mérito não inibe o agraciado de futuramente poder receber outras de classe diferente”, entendo que estas coisas deveriam ser logo à primeira e não como hoje aconteceu… Coisas...


sábado, 31 de outubro de 2015

POLÍCIA MILITAR CONFRATERNIZA!



O tradicional convívio dos agrupamentos da Polícia Militar que cumpriram missão em São Tomé e Príncipe, de 1963 a 1967, realizaram o seu encontro anual no dia 28 de Junho de 2015, no Barril com a concentração em Loures (fotos iniciais) Estiveram elementos dos Pelotões 891 e 952, assim como das Companhias 589 e 1446. No próximo ano, na reunião marcada para a Figueira da Foz, espera-se forte adesão de participantes.