segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

JOGADORES VENDIDOS?



Por vezes somos confrontados com escritos que mais valia não o terem sido…
Ao ler-se o comunicado que a seguir se transcreve, percebe-se logo à primeira, que a escravidão ainda existe em Portugal, ou não será?

Esta “pérola” da Liga Portuguesa de Futebol Profissional é um terrível e nefasto exemplo do pouco cuidado como se escreve.

Aliás, este ou outros documentos, antes de se tornarem públicos, deveriam merecer uma atenta análise correctiva ao seu teor, para que não venha a acontecer – como é o caso - a divulgação desta barbaridade que, estou certo, não é aceite por grande parte de pessoas de grande sensibilidade a estes absurdos maquiavélicos, principalmente de onde vem, da área do futebol!
Não seria melhor escrever passes ou direitos desportivos em vez de jogadores vendidos?
Enfim, coisas…

“LIGA PORTUGUESA DE FUTEBOL PROFISSIONAL
Comunicado Oficial 169/14, de 17 de dezembro
Assunto: Deliberação da Comissão de Instrução e Inquéritos
Para conhecimento dos Clubes e demais interessados, publica-se o seguinte exlracto:
Arquivamento da Participação n." 6-l4lI5-CII, com a seguinte fundamentação sintética:
A participação referia-se ao facto de dois jogadores não terem sido utilizados no jogo disputado a 06/12/2014, entre a Sport Lisboa e Benfica - Futebol, SAD e "Os Belenenses" - Sociedade Desportiva Futebol, SAD, alegando-se que aqueles jogadores teriam sido vendidos pela primeira SAD à segunda, existindo .
Invocava-se ainda, porém sem disso se juntar prova, que a não utilização dos jogadores teria sido condicionada por .
Requeria-se .
Tendo em conta a insuficiência da factualidade descrita para se poderem considerar preenchidos os ilícitos disciplinares muito graves que a SAD participante pretende imputar à SAD participada e por não se vislumbrar, à luz destes factos, preenchido qualquer outro ilícito disciplinar previsto na legislação desportiva vigente, determina-se o arquivamento da participação feita.”

domingo, 21 de dezembro de 2014

O FUTEBOL NO MUNDO (EPISÓDIO 58)



TÍTULO:
CANTIGA DO REI PELÉ

AUTORIA:
Affonso Ávila
(Brasil)
Na era do rei que ainda o é, tudo ao redor dava pé.
Surfava-se alta maré e subia em bolsa o café.
Do bolso moeda ao sopé bahia jorrava petróleo,
Água chovia até no sertão do canindé.
Rodovias, hidroelétricas eram cré em cré.
São Bernardo, Santo André da indústria o melhor filé.
Erguiam em contrapelo aos corvos e à mà fé no cerrado a fincapé.
Um sorridente pajé, construía a nova sé.

Sem servidão ou galé empregado qualquer Zé.
Tinha onde pôr o boné prosa de rosa poesia bossa nova refinavam toque de axé.
Mas da galera o evoé, era a alegria do futebol o golo de placa o olé,
Drible curto de Mané nos johns e o rei da Suécia aplaudindo o caburé

Milico deu golpe eh eh, pau comeu com chimpanzé.
Depois chateou a ralé, falastrão com rapapé.
Ao dos banqueiros cure, fez a globo fricassé.
Da cultura e a marcha-à-ré tomou conta do terreno traficante à libré.

 Corrupção, apagão atché! Agora é ir-se à galilé.
Da matriz de São José e rezar a Deus Maomé.
A outros cultos de javé ou mesmo no candomblé.
Que voltem sorriso e fé ao reino do rei Pelé!




sábado, 20 de dezembro de 2014

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

RADICALISMO NA ESTAÇÃO DO METRO DE TELHEIRAS?



Como é possível existirem desenhos de coletes de explosivos para suicidas e velas de dinamite num dos painéis do interior da estação, onde circulam milhares de pessoas, incluindo crianças?

Descuido, ignorância ou apologia da violência gratuita?

À atenção de quem de direito: que me responda se souber…






quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

ANA BIA, ÁRBITRA ASSISTENTE BRASILEIRA E MUNDIALISTA, NOVAMENTE EM LISBOA!



Esta minha nobre e excelsa amiga, de Goiás, deu uma saltada à Europa e, naturalmente veio visitar-me em Lisboa, o que muito me honrou.
No dia 20 de Novembro, fomos almoçar e surpreendidos fomos na rua, quando estavamos no Carmo, no Chiado e no Camões, com uma forte chuvada que tudo molhava (aliás, como as imagens demonstram com as pernas das calças bem encharcadas), fez uma visita até ao Museu da centenária Associação de Futebol de Lisboa, que admirou e enalteceu o seu rico e valioso património, como o historial do futebol em Portugal, através da primeira, da melhor e maior organização distrital de Futebol de Portugal.
Despedimo-nos com um até breve, pois a vida proporciona-nos outros momentos, outras oportunidades sempre agradáveis, pois vermos pessoas amigas é um privilégio, principalmente as que muito nos dizem desde sempre.
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